Invariavelmente esse tema, de Erechim com “X” ou “CH”, surge em conversas. E às vezes de onde menos se imagina. No início da manhã da última sexta-feira, 15, estava entrevistando Leandro Karnal, em Porto Alegre, para material a ser publicado pelo Instituto Unimed.
Após a entrevista ele me perguntou: “Erechim com “X” ou “CH”? Contei-lhe um pouco da história e de alguns defensores das duas grafias, como Guilherme Barp e Olímpio Tormen. Falei para o Karnal que essa divisão era possível ver nos emplacamentos dos veículos, quando as placas eram amarelas ainda. Algumas com “X”, outras com “CH”.