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Opinião

Uma República de Cinco Poderes (2)

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Por Gaby Garbin Mársico- Membro da Acadêmica Erechinense de Letras

Em 2014 escrevi um artigo sobre o mesmo assunto, publicado pelo então Jornal Boa Vista (hoje extinto). Relembrando, um regime democrático é composto de três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário.

Este trio tem o dever de governar e zelar pelo cumprimento das obrigações inerentes a cada um que é zelar pelo desenvolvimento, pela paz e pelo bem-estar do povo e pela obediência à Constituição e às leis do País.

Nas democracias inclui-se um chamado 4º Poder – a imprensa – que deve ser livre, isenta e sem qualquer amarra a partidos políticos e a ideologias. É a imprensa que nos liga – nós o povo – aos governantes.

Esta imprensa tem sido, pelo mundo civilizado, um grande facho de luz sobre o comportamento dos administradores públicos.

Mas, tem havido um 5º Poder – são os sindicatos. É justo e aceitável quando os associados dos sindicatos se reúnem para reivindicar melhorias em suas respectivas áreas de atuação, de modo civilizado e respeitoso. Porém, tem se tornado um poder paralelo que usa de métodos que desafiam a ordem e as leis e são atrelados a ideologias que acreditam e pregam que o capitalismo é o satã que só os explora.

Nesta mesma mochila temos um grupo chamado MST – sigla para Movimento dos Sem Terra – que tem um histórico de violência e desrespeito à propriedade privada. E sempre com a leniência de governos petistas, como todos nós sabemos.

O presidente Lula da Silva, para nosso espanto, acaba de nomear para altos cargos do Ministério do Desenvolvimento Agrário, cinco coordenadores do MST.

Um dos coordenadores – “Valdir do MST – José Valdir Misnerovicz, tem uma ficha policial que vai desde invasão de fazendas produtivas, expulsão de seus donos, confisco de máquinas agrícolas, ameaça de atear fogo na sede, agredir funcionários dessas fazendas... por aí afora. Até já esteve preso por cinco meses.

Meu temor é que este grupo de invasores e baderneiros se torne maior e mais poderoso, graças ao “mui amigo” Sr. presidente.

Estas pessoas não podem, nem devem, fazer parte de nenhum governo que se preze.

 

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