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Saúde

Coordenadoria local do SAMU repudia fato ocorrido na capital do Estado

“Em Erechim a preocupação é constante, principalmente no atender bem a comunidade”, garante Elaine Strassburg

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SAMU
Por Carlos Silveira
Foto Carlos Silveira

 

 Diante dos fatos ocorridos com o SAMU do Estado, no qual médicos plantonistas não cumpriam os horários estabelecidos nos plantões na capital, o que constrangeu os gaúchos com repercussão nacional, depois de uma denúncia de um veículo de comunicação de abrangência estadual, a Coordenadora de Urgência X Emergência do SAMU de Erechim, Elaine Strassburg ressalta o repúdio pela situação criada e envolvendo o mesmo, como garante que em Erechim a preocupação é constante, principalmente no atender bem à comunidade.

Compromisso com a vida

Pontuando as denúncias recentes envolvendo o serviço de atendimento de urgência X emergência (SAMU), Elaine destaca o compromisso com a vida, não aceitando o fato acontecido na capital.

 A Coordenadora ressalta que o município de Erechim faz parte dos 269 municípios do Rio Grande do Sul que dependem da regulação médica do Estado. “No entanto, em nosso município além do número 192 sempre colocamos a disposição da população o número 160, o qual é totalmente gratuito e também o número do celular 991493919 para contato nos casos de urgência X emergência diretamente com a equipe”, garante.

Atendimentos

 Elaine lembra que o SAMU atende em média de 200 a 250 pessoas mensalmente sendo urgência X emergência e a Ambulância Cidadã em média de 300 a 350 atendimentos inclusive os de menor complexidade.

 “Nosso trabalho em Erechim conta com uma equipe multidisciplinar, amplamente capacitada e que segue salvando vidas. Enfatizando novamente, com o mesmo compromisso com a população”, garante.

O fato no Estado

Na capital do Estado, profissionais que recebem ligações de 269 cidades fazem horário reduzido e deixam pedidos em espera por mais de uma hora, ou seja, um grupo de médicos que deveria ficar a postos para receber ligações de urgência (SAMU) ignora escalas, deixa o local de trabalho no meio do expediente e submete pessoas que precisam de socorro a esperas no telefone.

         No Rio Grande do Sul são 269 municípios atendidos pela central que fica em Porto Alegre, cobrindo 70% da população gaúcha. Quando um morador de uma das cidades atendidas precisa de socorro do SAMU e liga para o telefone 192, a ligação cai na central. Situação igual quando chegam chamadas de outras cidades que precisam transferir pacientes entre municípios por ambulâncias, chegando a 70 mil ligações por mês.

Como funciona

Um telefonista atende ao chamado que é rápido e após a ligação vai para uma fila de espera para os chamados médicos reguladores que dão prosseguimento ao atendimento e, se necessário, acionam as ambulâncias que irão prestar o socorro, e é aí que acontece o problema, ou seja, os plantonistas que deveriam atender as ligações da população não estão disponíveis para o atendimento, fato este que causou indignação e repercussão na mídia nacional.

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